quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Basto

E a tarde cai, a noite chega. Cheiro de fim de um dia vazio.
Arrumação de mudança traz novos ares, e os velhos mais ainda.
A vontade e a saudade batem. Não de alguém, nem de ninguém. Só bate.
Música alta, gente, olhares. Ou música baixa, filmes, livros e pensamentos.
Os tantos que me querem, não quero. O que quero, nem sei se quero.
É hora de me bastar. Nada mais, ninguém mais, só eu e o meu. Ou não.
E, no fim das contas, acho que assim é melhor.

P.P.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

E então, era o fim.
Mas como os relacionamentos, que não são feitos de "pra sempre", os fins também não.

P.P.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A dor de agora é sempre a pior.

Hey Stella!

Ele tem muito de Stanley. Seus cigarros, seu jeito não-ligo-para-o-que-você-pensa-de-mim e às vezes até sua falta de sensibilidade. Não fosse por chorar assumidamente chamando Stella. Pois esse sou eu. 

P.P.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

[...] Eu não sabia o que dizer, Ele muito menos. O que restou? Voltar de onde vim, sem nem dar tchau. Apenas dois sorrisinhos bobos, que significavam talvez "Estou apaixonado. Quero saber muito mais que seu nome, mas, esperemos". Mal sabíamos a fria em que estávamos nos metendo. O relacionamento mais complicado, louco, difícil e intenso que os dois já viveram. Mas também o mais incrível. Porque o ser humano gosta mesmo é de sofrer. [...]

P.P.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

E a história mudou

Como sempre muda. Anda, caminha, corre, voa. A história inverteu-se, contrariou-se.
O de topete/franja e o dos cachos viam-se mais uma vez unidos. Unidos pelo poder do que chamam por aí de amor, ou loucura, whatever.
Se estavam felizes? Nem um, nem o outro sabiam. Mas estavam juntos.

P.P.