O Pequeno Peter, eu, eu e Pequeno Peter. Metade eu, metade ele, metade nós três. Coisas minhas, coisas dele, coisas nossas. Tudo verdade, criadas ou reais. Ou minha, ou dele.
Vendo assim, agora de fora, do amanhã, vejo que foi teimosia nossa, desde o começo, tentar enfiar a minha vida na sua, a sua na minha. Não cabe, nunca coube. E agora, na sua vida vejo sobra, e na minha? A minha está justa.